Olá você do lado dai!

Sou a Luciana, mas pode chamar de Lu, artista de hand lettering, blogueira, ilustradora, designer e artesã, viciada em pinterest, café, chá de maça, Harry Potter e BTS. Tem uns textos meus por ai desde 2010.

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não sou um poço de paciência


Não sou um poço de paciência, e não quero ser. Não que tudo me tire do sério ou até mesmo me estresse, só que esse negócio de meias frases e palavras não ditas não fazem mais parte do que sou. Do que me tornei. Eu sou puro sentimento e disso não tenho dúvidas, quando sinto, sinto de verdade e intensamente, nunca fiz o estilo que pisa em ovos em um relacionamento, pois se for para amar com cautela prefiro nem amar, acredito que me tornei o que sou uma torneira aberta em um balde cheio que derrama sem parar na esperança de que uma boa alma apareça para desligá-la e deixar que a água fique parada por um tempo, assim sou eu…um tonel de sentimentos que insiste em derramar para todos os lados e que não mede palavras ou ações para demonstrar o que sente.

Cautela é o que sempre me pedem. Mas convenhamos isso não faz bem a ninguém, é por excesso de cautela que na maioria das vezes deixamos simplesmente escapar por entre nossos dedos nossos sonhos, amores, conquistas. CAUTELA. Em relação ao que? Viver? Convenhamos essa não é lá a melhor escolha para ninguém, não digo para que seja uma vida loca como dizem por ai, mas peço apenas que viva. Já ouviu a expressão copo meio vazio não mata sede? Pois, bem palavras não ditas ou meio ditas não fazem relacionamentos e eu não digo isso só em relação ao amor de casal, mas principalmente em relação à família e amigos. Fale. Grite. Seja sincera. Sempre.

Não sou um poço de paciência. E não quero ser. Não sou de meias-palavras, pelo menos não mais. Não sou de me jogar e, ao mesmo tempo não sou de ficar quieta, sei bem quais são minhas prioridades. Não sou cruel. JAMAIS. Sou apenas sincera é como dizem não façam com os outros o que não gostaria que fizessem com você. Alguns me chamam de intensa, outros de cruel e há que diga que sou vazia, besteira na minha opinião afinal não há ninguém nesse mundo que conheça meu coração como eu conheço e acredito que saiba o que é melhor para ele.

É como disse a Isabela Freitas “De todos os fenômenos da natureza, ela é furacão. Deixa destroços e fumaça por onde passa. Já tentou ser brisa leve de verão, mas, como dizem, calmarias não duram para sempre” essa sou eu, já disse uma vez que metade mim, é chuva e a outra metade é furacão o que posso dizer não sei ser diferente. Não quero ser diferente. Quero que veja como sou. Que me entendam como sou! Quero que se vejam como são e que entendam nada de meios pontos, meias-palavras, meias expressões. Sejam completos. Sintam de verdade. Assumam seus erros e tentem novamente. Transborde sem medo.

Vamos ser de verdade.

Comentários

  1. Nunca me identifiquei tanto com um texto! Penso exatamente assim. Não existe morno, ou é frio ou é quente! Meias palavras, meias atitudes, isso não rola. Parabéns pelo texto!

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    Respostas
    1. Concordo plenamente e fico feliz que tenha gostado, obrigada e um beijo!

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  2. Oi.
    Que crônica maravilhosa, me identifiquei em vários trechos. Odeio meio palavras e gente morno, comigo tudo é sentindo no máximo rs.
    Beijo

    https://tecontopoesia.blogspot.com

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